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Atualizado em 02/03/2023 - 14:30

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou, nesta quarta-feira (1º), a etapa de apuração do censo demográfico de 2022. Segundo o instituto, os primeiros resultados deverão ser divulgados no fim do mês de abril. Porém, ainda será necessária mais uma operação na Terra Indígena Yanomami para fechar os dados. A ação está marcada para sábado (6).

Segundo o IBGE, ao todo, 91% da população brasileira foi recenseada, isto é, 189,2 milhões de pessoas. Em alguns estados, como Santa Catarina, Piauí e Paraíba, mais de 96% dos moradores foram recenseados.

Nesta etapa de apuração os supervisores técnicos do IBGE podem determinar retornos pontuais ao campo. Isto é, determinados bairros em algumas cidades podem passar por ações específicas de recenseamento, para fins de conferência dos dados ou mesmo para determinar se domicílios originalmente encontrados vazios estão, de fato, desocupados.

De acordo com a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, a base mais fundamental de dados é o Censo Demográfico e com ele será possível definir políticas públicas mais focalizadas e, portanto, mais efetivas.

“Ao conhecermos com clareza quantos somos em cada município, como cada um de nós vive, como são nossas famílias e nossas realidades, passamos, também, a pensarmos em aprimoramento de políticas em áreas como saúde, educação, benefícios sociais, infraestrutura urbana, logística e tecnológica” diz a ministra.

Recenseamento na Terra Indígena Yanomami

De acordo com o IBGE, ao mesmo tempo em que irá iniciar a etapa de apuração dos milhões de dados, o IBGE realizará no mesmo período uma operação “pontual final” de coleta de dados para o censo junto aos moradores da Terra Indígena Yanomami.

A operação terá início no próximo sábado (6), a depender das condições climáticas no território que passa pelos estados de Roraima e Amazonas, e será concluída entre 20 e 30 dias depois. Durante a realização do censo, os recenseadores já coletaram dados de 50% dos moradores do território Yanomami. Agora resta a metade final, que vive em áreas de acesso especialmente complexo.

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