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Atualizado em 18/08/2023 - 11:24
Bolsonaro no celular ao lado de sua esposa Michelle (Foto: Shutterstock)
Bolsonaro no celular ao lado de sua esposa Michelle (Foto: Shutterstock)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (17) a quebra do sigilo bancário e fiscal do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A medida foi solicitada na semana passada pela Polícia Federal (PF) no âmbito da investigação da Operação Lucas 12:2.

Portanto, a corporação apura o suposto funcionamento de uma organização criminosa para desviar e vender presentes recebidos pelo ex-presidente de autoridades estrangeiras.

O nome da operação é uma referência ao versículo bíblico Lucas 12:2. Ou seja: “Não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido”.

Segundo as investigações, os desvios começaram em meados de 2022 e terminaram no início deste ano. Entre os envolvidos estão o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, e o pai dele, o general de Exército, Mauro Lourena Cid. O militar trabalhava no escritório da Apex, em Miami.

Conforme regras do Tribunal de Contas da União (TCU), os presentes de governos estrangeiros deviam ser incorporados ao Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH). Então, para o setor da Presidência da República responsável pela guarda dos presentes, estes não poderiam ficar no acervo pessoal de Bolsonaro, nem deixar de ser catalogados.

Fonte: Agência Brasil

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