ANÁPOLIS GOIÁS
VIGÍLIA FRANCISCANA
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Briga inusitada por causa de um picolé terminou em agressões físicas e caso de polícia (Foto: Gerada por IA/Chat GPT)

Acredite se quiser: um simples picolé foi o motivo de uma grande confusão entre duas funcionárias do Hospital Municipal George Hajjar, em Anápolis, na noite desta quinta-feira (30).

O caso, que terminou em agressões físicas e exigiu a presença da Polícia Militar, foi destaque no Plantão Policial da Rádio São Francisco FM.

Como a confusão começou

Segundo o registro da Polícia Civil, tudo começou de forma banal enquanto as funcionárias conversavam na entrada do hospital.

A responsável pela cozinha avisou que a regra era clara: cada funcionário só poderia pegar um picolé.

No entanto, uma colega não gostou da restrição e rebateu, afirmando que “pegaria quantos quisesse”. Foi o suficiente para o clima esquentar.

Versões diferentes e troca de ofensas

Durante a discussão, os ânimos se exaltaram e cada uma contou uma versão diferente do que aconteceu.

A primeira funcionária relatou que foi ofendida e que a colega usou uma ferida pessoal para provocá-la, mencionando o falecimento de seu marido, ocorrido há apenas três meses. Ela diz que reagiu por causa dessa provocação.

Já segunda funcionária, por sua vez, contou que foi chamada de “porca” e “mal-amada”.

Segundo ela, ao decidir virar as costas e ir embora, foi atacada com um soco na testa, além de sofrer arranhões no rosto e nos braços.

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Hospital Georges Hajjar iniciou funcionamento em 2025 (Foto: Paulo de Tarso/Prefeitura de Anápolis)

Fim da briga e chegada da polícia

A confusão só chegou ao fim graças à intervenção de um segurança do hospital, que precisou separar as duas. No meio do calor do momento, uma delas ainda chegou a arremessar um celular contra a colega, mas, por sorte, errou o alvo.

Apesar de toda a confusão, com direito a agressões, ameaças e xingamentos mútuos, quando a Polícia Militar chegou, nenhuma das duas quis registrar queixa criminal formalmente naquele momento.

As duas funcionárias foram orientadas pelos policiais de que ainda têm um prazo legal para mudar de ideia e levar o caso adiante na Justiça, caso desejem.

Confira a edição de hoje das Ocorrências Policiais

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