ANÁPOLIS GOIÁS
Atualizado em 11/01/2024 - 14:48

Com a proximidade da volta às aulas, é a hora dos pais começarem a corrida para a compra dos materiais escolares. O Procon Anápolis realizou um levantamento dos preços entre os dias 8 e 9 de janeiro, e considerou 31 produtos em cinco papelarias da cidade.

O item com maior diferença de preço foi a régua acrílica de 30 cm, os agentes do Procon encontraram o mesmo produto por R$ 1 em um estabelecimento e por R$ 6 em um outro, uma diferença de 500%.

O segundo material com maior variação no valor foi a caixa de giz de cera fino com 12 unidades. O valor era de R$ 1,90 em uma loja e R$ 8,90 em uma outra, uma diferença de 368%.

Na pesquisa, a borracha branca n° 20 ficou variou de preço em 169%, com valores entre R$ 0,65 e R$ 1,75. O apontador de plástico com 1 furo e depósito foi encontrado custando entre R$ 1,25 e R$ 3,30, uma diferença de 164%. Já os valores para mochilas com rodinha variam de R$ 79,90 a R$ 209,90, 163% nos preços.

Entre os produtos com as menores variações de preço está a tesoura escolar sem ponta, que custa de R$ 2,70 a R$ 6, 122% de diferença. O bloco para fichário com quatro furos e folhas brancas (96 folhas), variou 104%, com valores entre R$ 6,80 e R$ 13,90.

Dicas para os pais

“Orientamos o consumidor que para ter economia deve ficar atento às promoções realizadas pelos estabelecimentos comerciais. Ainda ressaltamos que ao fazer suas pesquisas devem se observar não apenas o menor preço, mas também a qualidade do produto”, disse o diretor do Procon Anápolis, Wilson Velasco.

A orientação do Procon é que, antes de comprar os materiais escolares, os pais sempre façam um levantamento de preços em pelo menos três estabelecimentos.

O Procon ressalta que as escolas podem oferecer uma lista de materiais, mas não devem ser impositivas.  “Qualquer situação que impeça o consumidor do direito de escolha é indevida, sendo assim, caso haja alguma irregularidade cometida pelas escolas, as mesmas poderão responder um processo administrativo e serem multadas”, pontua Wilson Velasco.

Qualquer prática suspeita pode ser denunciada ao Procon através do WhatsApp: (62) 3902-1365. Mais informações podem ser verificadas no relatório técnico completo sobre a pesquisa.

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