ANÁPOLIS GOIÁS
MANHÃ DA SÃO FRANCISCO
Atualizado em 03/06/2024 - 18:58
Cacai foi diretor administrativo da Codego, cargo que perdeu em 2020, ao ser preso por suspeita de fraudar licitações da estatal. (Foto: Reprodução)
Cacai foi diretor administrativo da Codego, cargo que perdeu em 2020, ao ser preso por suspeita de fraudar licitações da estatal. (Foto: Reprodução)

César Savastano Toledo, conhecido como Cacai Toledo, foi preso na tarde desta segunda-feira (03) pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) por meio da Delegacia Estadual de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO). Cacai é acusado de ser o mentor intelectual do assassinato do empresário Fábio Alves Escobar Cavalcante.

Em fevereiro deste ano, três juízes de Anápolis assinaram a decisão que aceitou a denúncia do Ministério Público de Goiás (MPGO) contra Cacai e três policiais militares, por homicídio qualificado.

Toledo estava foragido desde novembro de 2023, quando a Justiça expediu um mandado de prisão temporária. Desde então, a polícia estava a procura dele. Veja o momento da prisão que ocorreu em Brasília (DF).

Motivação

O ano era 2018, Cacai era coordenador da campanha do Democratas em Anápolis e trabalhava com Fábio Alves Escobar. Após a vitória de Ronaldo Caiado, Cacai foi colocado como diretor administrativo da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), cargo que perdeu em 2020, ao ser preso por suspeita de fraudar licitações da estatal.

Um ano após as eleições, Escobar passou a denunciar supostos desvios de grandes valores realizados por Cacai. Essas denúncias são apontadas como o principal motivo para o assassinato. Escobar foi morto a tiros por dois homens na noite de 23 de junho de 2021.

Conforme o MPGO, os autores estavam em um carro e usavam balaclavas. A vítima chegou a ser levada a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

*Com informações do g1

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