ANÁPOLIS GOIÁS
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guilherme francisco braga da rocha
Guilherme Francisco Braga da Rocha, vítima do homicídio (Foto: Reprodução)

O Bairro de Lourdes foi palco de uma execução a tiros na madrugada desta segunda-feira (14), em Anápolis. Guilherme Francisco Braga da Rocha, de 22 anos, foi surpreendido por uma invasão à sua residência. Recentemente, a vítima teria retornado do Rio de Janeiro para Anápolis.

De acordo com testemunhas ouvidas pela polícia, por volta da 1h um indivíduo ainda não identificado pulou o muro do imóvel, localizado na Avenida Araguaia, e arrombou a porta da sala.

Ele seguiu diretamente até o quarto do casal, onde a vítima dormia ao lado da esposa, e anunciou se tratar de um policial antes de efetuar diversos disparos contra Guilherme.

Durante a ação, a esposa da vítima conseguiu proteger o filho do casal, abraçando a criança e se refugiando em um canto do quarto enquanto os tiros eram disparados.

Somente após o autor deixar o local ela acendeu a luz do cômodo e encontrou o marido caído, já sem sinais vitais.

O pai da vítima, que dormia no quarto ao lado, foi acordado pelos gritos da nora e constatou que um dos disparos também havia atingido seu cômodo. Ele relatou à polícia não ter presenciado o crime.

cenário da casa
Um dos disparos atingiu a parede da casa (Foto: Reprodução/PM)

Um chinelo vermelho, aparentemente deixado pelo criminoso, foi encontrado na porta do quarto e deve ser encaminhado para perícia.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas o óbito de Guilherme foi constatado ainda no local.

Do RJ para Anápolis com execução “decretada”

O jornalista Jonathan Cavalcante, da Rádio São Francisco FM, apurou que Guilherme teria passado uma temporada no Rio de Janeiro e possuiria histórico criminal. Ele estaria envolvido com o tráfico de drogas e teria pessoas devendo por mercadoria não paga.

Ainda de acordo com a reportagem, uma testemunha teria relatado que a execução já estava “decretada” havia cerca de três meses.

Investigação

O Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da Polícia Civil esteve na cena, assim como peritos da Polícia Científica, que recolheram o corpo após a conclusão dos trabalhos técnicos.

A motivação do crime permanece desconhecida, e a identidade do autor ainda não foi revelada.

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