A Justiça Eleitoral colocará em operação 563.910 urnas eletrônicas para atender os mais de 158,7 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar nas eleições deste ano.
O equipamento será usado na escolha de presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais, com votação prevista para 4 de outubro (1º turno) e 25 de outubro (eventual 2º turno).
Quatro modelos de urna estarão em uso: a UE2022, mais recente, com 217.145 unidades; a UE2020, com 222.323; a UE2015, com 95.065; e a UE2013, com 29.377.
Juntos, os dois modelos mais novos somam 77% do total de equipamentos em uso, proporção semelhante à registrada nas Eleições Municipais de 2024.
A distribuição de cada modelo entre as zonas eleitorais é definida pelos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), conforme as características de cada região.
Diferenças entre os modelos
A UE2022, fabricada em 2023, é tecnicamente semelhante à UE2020, com pequenas mudanças no gabinete e leves aprimoramentos de construção, além de teclado sensível ao toque para o mesário.

Já a UE2020, de 2021, teve o processamento ampliado em 18 vezes em relação à UE2015 e passou a contar com tela sensível ao toque e certificação ICP-Brasil.

A UE2015 (foto de capa), fabricada a partir de 2016, introduziu o QR Code nos Boletins de Urna e o aplicativo Boletim na Mão.
O modelo UE2013, lançado em 2014, trouxe aprimoramentos no sistema operacional Uenux, com melhorias na criptografia estendidas aos modelos seguintes.

Apesar das diferenças de design, os recursos são os mesmos em todas as versões.
Segurança dos sistemas
As urnas só funcionam com softwares desenvolvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que passam pelo Teste Público de Segurança antes de serem assinados digitalmente e lacrados em cerimônia pública em Brasília.
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