ANÁPOLIS GOIÁS
MANHÃ DA SÃO FRANCISCO
Atualizado em 21/03/2025 - 12:11
foto de rone evaldo e leonardo marra, componentes iniciais do secretariado de Márcio Corrêa
Rone Evaldo Barbosa (esq.) assume o CMTT, então chefiado por Leonardo Marra (dir.) (Fotos: Rádio São Francisco)

O primeiro escalão do governo de Márcio Corrêa em Anápolis viveu uma dança das cadeiras nos últimos dias. Leonardo Marra, então presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Transportes (CMTT), foi retirado da função, conforme edição suplementar do Diário Oficial do Município (DOM).

Marra, técnico da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), será substituído por Rone Evaldo Barbosa, homem de confiança de Corrêa desde a equipe de transição governamental. Barbosa era o titular da Secretaria de Obras, Meio Ambiente e Serviços Urbanos, mas sua atuação foi marcada por reclamações sobre a demora na troca de lâmpadas e a paralisação das obras em andamento no município.

Para o posto aberto na Secretaria de Obras, quem vai ocupá-lo é Thiago de Sá. Ele, que também é titular da pasta de Habitação e Planejamento Urbano, passará a acumular ambas as funções de secretário.

Thiago de Sá passa a acumular duas secretarias após alterações (Foto: Sinduscon Anápolis)

Em menos de 80 dias de governo Márcio Corrêa, as secretarias, autarquias ou órgãos com status de secretaria passaram por três alterações principais. Houve as quedas de Jackeline Macedo, na Integração, e Leonardo Marra, na CMTT, além da mudança de pasta de Barbosa. Para o balanço de 100 dias de gestão, a dança das cadeiras no primeiro escalão deve continuar.

ARM sem mudanças

A princípio, o único cargo de primeiro escalão do governo com possibilidade de mudança próxima era a Agência Reguladora Municipal (ARM). Isso se deve ao fato de que o mandato de Robson Torres se encerra na próxima segunda-feira (24), tornando necessária a nomeação de um substituto ou a recondução do atual presidente. Inclusive, o nome de Rone Evaldo Barbosa vinha sendo cotado antes da migração para a CMTT.

Agora, após as mudanças, a tendência é que Robson Torres permaneça no comando da ARM. Ademais, a postura combativa do atual presidente da Agência em relação à Saneago é um dos principais motivos para sua provável recondução ao cargo

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