ANÁPOLIS GOIÁS
MANHÃ DA SÃO FRANCISCO
Atualizado em 22/03/2025 - 11:49
foto da bandeira do brasil
Mesmo que longe de sua melhor posição, felicidade no Brasil segue crescente nos últimos anos (Foto: Vecteezy)

Em pleno Dia Internacional da Felicidade, celebrado em 20 de março, foi divulgado um relatório com os países mais felizes do mundo. O estudo, supervisionado pela Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) e que classifica o grau de felicidade em 143 países, colocou o Brasil na 36ª posição.

Mas isso significa que o brasileiro está mais ou menos feliz ultimamente? Em comparação com anos anteriores, a posição do Brasil na lista da felicidade melhorou. Era o 49º em 2003 e o 44º na listagem do ano passado. Embora em crescente, o resultado atual ainda se distancia da melhor posição brasileira do ranking, em 2014, quando ocupou o 16º lugar.

A Finlândia aparece no topo dos países mais felizes do mundo pelo oitavo ano seguido, enquanto Dinamarca e Islândia fecham o pódio. Por outro lado, o Afeganistão é o país menos feliz do mundo, segundo o relatório.

Como se mede a felicidade?

O índice se baseia na avaliação das pessoas acerca da própria felicidade e em dados econômicos e sociais dos países em questão. São seis fatores considerados para a elaboração do ranking: Produto Interno Bruto (PIB) per capita; apoio social; expectativa de vida saudável; liberdade; generosidade; e ausência de corrupção.

O índice é calculado com base em avaliações individuais de mil moradores de cada país para cada um desses quesitos por meio de entrevistas. Deste modo, os primeiros colocados na lista são, com frequência, países ricos onde os indicadores são vistos de maneira positiva pela população. No entanto, o uso desta métrica para estabelecer uma definição mundial de felicidade é questionado por especialistas e por moradores dos países que aparecem nas primeiras posições.

“Normalmente, quando ouvimos sobre esses rankings, apenas damos risada. Eles viraram quase uma piada para nós. Acho que a palavra felicidade pode ser muito enganosa neste contexto”, comenta uma estudante de Helsinque, capital da Finlândia.

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