O setor de serviços de Goiás recuou 1,9% em julho de 2026, na comparação com junho, e teve a quinta maior queda entre as 27 unidades da Federação. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A retração foi registrada pelo segundo mês consecutivo, depois de o estado apresentar queda de 0,4% em junho, além de também ter apresentado retração no 1° semestre do ano. No Brasil, o volume de serviços ficou estável na passagem de um mês para o outro.
Na comparação com julho de 2025, o desempenho goiano foi igualmente negativo, com recuo de 3,5%. No mesmo período, o setor avançou 0,9% no país.
Entre as atividades pesquisadas, Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio tiveram a maior queda em Goiás, de 8%. Já a categoria de outros serviços, que reúne trabalhos como de consultoria, manutenções e reparos, apresentou retração, de 7,1%.
Na direção contrária, Serviços de informação e comunicação cresceram 2,5% em relação a julho do ano passado. Serviços profissionais, administrativos e complementares avançaram 2,1%, enquanto os serviços prestados às famílias subiram 0,6%.
Com o resultado de julho, Goiás acumula queda de 1,3% no volume de serviços em 2026. No acumulado dos últimos 12 meses, porém, o estado registra variação positiva de 0,2%.
No ranking nacional o estado empatou com Mato Grosso do Sul na quinta posição entre as maiores quedas do país, ambos com retração de 1,9%. Os recuos mais intensos foram registrados em Rondônia (-5,4%), Acre (-4,9%), Mato Grosso (-3,3%) e Alagoas (-3,2%).